Deixe seu Gato ainda mais Feliz

Relações de gatos e seus humanos de estimação: ainda mais próximas do que imaginávamos ;-D (DELÍCIA de texto!).

Quer Um Gatinho?…(parte 3)

O crescimento

 

O crescimento de seu filhote vai durar 12 meses e acontece em duas fases bem distintas. A alimentação deve levar em conta a evolução da fisiologia digestiva própria da espécie felina e responder especificamente às necessidades dessas duas fases de desenvolvimento.

 

Fase de crescimento intenso.

Do nascimento aos quatro meses.

Nesta fase, o filhote é muito frágil e imaturo: suas únicas defesas imunológicas foram trazidas pelo colostro (o primeiro leite da mãe). Se o leite materno é insuficiente, um substituto (leite artificial específico) para filhotes deve ser dado como complemento.

O gatinho multiplica seu peso ao nascer em oito vezes em oito semanas. Ele desenvolve seu esqueleto, seus músculos e seus órgãos. Suas necessidades energéticas são muito altas (200 a 250 kcal/kg de peso).

 

Fase de consolidação.

De 4 a 12 meses.

Após o nascimento dos dentes definitivos, o filhote reforça seu desenvolvimento ósseo e muscular, e termina a evolução do sistema digestivo. O equilíbrio dos diferentes nutrientes indispensáveis ao crescimento do filhote permanece idêntico até os 12 meses. Somente as quantidades diárias de alimento são diferentes e aumentam até a idade adulta (70 kcal/kg de peso com um ano).

 

Do nascimento ao desmame.

O recém-nascido.

Os primeiros dias.

Seu gatinho exerce um verdadeiro poder de atração em toda a família, mas ele precisa de muito sono para seu crescimento.

A qualidade do sono do filhote influencia no equilíbrio e no comportamento que ele terá na idade adulta.

Um gato criado em m ambiente muito barulhento ou agitado pode se tornar nervoso e tímido na idade adulta.

O crescimento e o equilíbrio de seu gatinho dependem igualmente de sua alimentação e da garantia de suas necessidades de crescimento.

 

Primeiras mamadas.

Ao nascer, seu gato pesa cerca de 100g. Seu ganho de peso diário varia de 10 a 30 gramas de acordo com sua genética. Antes de 3 semanas, um gatinho continua a mamar, mesmo se não há leite. É preciso, portanto, ficar alerta com todo gatinho que, mesmo mamando regularmente, não engorde de um dia para o outro. Nesse caso será indispensável a suplementação com leite artificial específico para gatos recém-nascidos.

Qualquer estagnação ou perda de peso é anormal: uma pesagem diária e na mesma hora é recomendada antes do desmame para checar a regularidade do crescimento.

 

Um sistema digestivo imaturo

U gatinho de menos de um mês é imaturo e permanece dependente de sua mãe. Ele tolera muito mal o excesso de lactose (açúcar do leite).

O aparelho digestivo do filhote é adaptado à digestão do leite materno ou de um leite artificial. O leite de vaca, muito rico em lactose, pode provocar problemas digestivos como fezes mal formadas e diarreia.

Veja a análise comparativa entre o leite de gata X leite artificial X leite de vaca:

Proteínas                                               33-42%             33%                        24-28%

Goduras                                                 26-42%             39%                        28-30%

Lactose                                                   13-19%             18,5%                     35-39%*

  • Teor excessivo de lactose.

 

No próximo post: Do desmame aos quatro meses.

 

Quer um gatinho?…(parte 2)

Quer um gatinho?

Ok, você já recebeu o novo membro da família.

Todos estão felizes e a ansiedade por parte das crianças já passou.

Agora é a hora de pensarmos na saúde do seu gatinho.

A toillete, um momento privilegiado.

Seu gatinho deve ser escovado regularmente com escova própria para seu tipo de pelos.

Se ele tiver pelo curto a frequência de 3 vezes por semana é o suficiente, já se ele tiver pelo longo este procedimento deve ser diário.

Uma boa pelagem é o reflexo da boa saúde de um gato. Um filhote começa a se limpar a partir do décimo quinto dia de vida e esta atividade toma várias horas do dia.

Isso torna o gato muito reconhecido por estar sempre cuidando de sua higiene.

Porém ao se limparem, engolem grande quantidade de pelos e isso poderá causa problemas, principalmente se este tiver pelos longos.

Para evitar que isso ocorra, você tem grandes aliados, rações específicas para ajudar o trânsito intestinal, diminuir odor e quantidade das fezes; graminha vendida em pet shop, própria para gatos; e a principal, que é a escovação regular!

A escovação pode se tornar um momento de trocas particulares entre seu filhote e você.

Se optar por banhar seu gatinho, espere até que ele esteja imunizado pelas vacinas (30 dias após vacinação).

Enquanto aguarda este período, caso ache necessário, limpe-o com pano úmido de uma solução simples de preparar, misturando água limpa (70%) e vinagre (30%).

Quando estiver imunizado, nada impede que dê banhos regulares, com intervalo de no mínimo um mês, utilizando xampu próprio para gatos, nunca utilize xampu humano, o pH da pele dos gatos é diferente dos humanos.

Limpeza dos olhos e orelhas:

Alguns gatos têm os olhos profundos. Você pode tirar as olheiras com uma compressa embebida em loção ocular específica.

Para orelhas, a regra básica é tocá-las o mínimo possível.

Caso uma secreção de aspecto desagradável apareça nas orelhas dele, leve-o ao veterinário.

A esterilização (castração):

A expectativa de vida de um gato esterelizado é duas vezes maior que a de um gato não esterelizado (16 anos em média, em vez de 8).

Um gato esterelizado tem menos propensão para fugir. Seu risco de ser atingido por um carro é muito menor. Quanto menos ele sai, menos se machuca. O risco de contrair doença contagiosa é ruduzido significativamente. Parasitas como pulgas dificilmente chegarão até ele, evitando várias outras doenças.

Nas gatas, as infecções uterinas e tumores mamários tornam-se mais raros. Lembre-se que já existe muitos animais abandonados nas ruas, você não quer colaborar para o aumento desse número não é mesmo?!

Então procure o veterinário responsável e agende a esterelização.

Vacinação:

Com 6 semanas o gato deve tomar vacina contra Rinotraqueíte, Calicevirose, Panleucopenia felina e FELV.

Com 3 meses e 12 meses deve ser repetida. Manutenção anual para esta vacina.

Aos 6 meses seu gato deve ser vacinado contra raiva. Manutenção anual também.

Isto pode variar, de acordo com a conduta de seu médico veterinário, que irá avaliar a região que você mora e os destinos das possíveis viagens.

Os parasitas:

É indispensável cuidar das infecções parasitárias de seu filhote e fazer, se for o caso, tratamentos contra parasitas internos (vermes e protozoários) e contra parasitas externos (pulgas, carrapato, sarnas ou piolhos).

Consulte post anterior sobre como evitar pulgas e carrapatos.

NUNCA MEDIQUE UMA GATO POR CONTA PRÓPRIA!

Gatos são particularmente alérgicos a muitos medicamentos.

Consulte sempre um médico veterinário!!!

Aguarde tópico sobre crescimento.

Denúncia

Aqui um canal para denunciar maus tratos contra os animais. Mas é muito importante saber que você pode e deve agir amparado por lei.

Caso você presencie uma cena de maus tratos ou abandono, acione imediatamente 190 e solicite uma viatura policial. Mesmo que no momento da solicitação lhe orientem a chamar 156, exija a presença de uma viatura e comunique o que está ocorrendo um crime previsto em “Lei Federal”. Cite o número da lei (9605)e, se for o caso, peça para falar com alguém de patente superior.

No texto abaixo, tudo que você precisa saber para agir.

Lei Federal Nº 9.605, de 12/02/1998 – Artigo 32

“Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.”

Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.
§1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Maus tratos segundo o Decreto Lei Nº 24.645

Artigo 3 – Consideram-se maus tratos:

I – Praticar ato de abuso ou crueldade em qualquer animal;
II – Manter animais em lugares anti-higiênicos ou que lhes impeçam a respiração, o movimento ou o descanso, ou os privem de ar ou luz;
III – Obrigar animais a trabalhos excessivos ou superiores às suas forcas e a todo ato que resulte em sofrimento para deles obter esforços que, razoavelmente não se lhes possam exigir senão com castigo;
IV – Golpear, ferir ou mutilar voluntariamente qualquer órgão ou tecido de economia, exceto a castração, só para animais domésticos, ou operações outras praticadas em beneficio exclusivo do animal e as exigidas para defesa do homem, ou no interesse da ciência;
V – Abandonar animal doente, ferido, extenuado ou mutilado, bem como deixar de ministrar-lhe tudo o que humanitariamente se lhe possa prover, inclusive assistência veterinária;
VI – Não dar morte rápida, livre de sofrimento prolongado, a todo animal cujo extermínio seja necessário para consumo ou não;
VII – Abater para o consumo ou fazer trabalhar os animais em período adiantado de gestação;
VIII – Atrelar num mesmo veículo, instrumento agrícola ou industrial, bovinos com suínos, com muares ou com asinos, sendo somente permitido o trabalho em conjunto a animais da mesma espécie;
IX – Atrelar animais a veículos sem os apetrechos indispensáveis, como sejam balancins, ganchos e lanças ou com arreios incompletos;
X – Utilizar em serviço animal cego, ferido, enfermo, extenuado ou desferrado sendo que este último caso somente se aplica a localidades com ruas calçadas;
XI – Acoitar, golpear ou castigar por qualquer forma a um animal caído sob o veículo ou com ele, devendo o condutor desprendê-lo para levantar-se;
XII – Descer ladeiras com veículos de reação animal sem a utilização das respectivas travas, cujo uso é obrigatório;
XIII – Deixar de revestir com couro ou material com idêntica qualidade de proteção as correntes atreladas aos animais de arreio;
XIV – Conduzir veículo de tração animal, dirigido por condutor sentado , sem que o mesmo tenha boléia fixa e arreios apropriados, como tesouras, pontas de guia e retranca;
XV- Prender animais atrás dos veículos ou atados a caudas de outros;
XVI – Fazer viajar um animal a pé mais de dez quilômetros sem lhe dar descanso, ou trabalhar mais de seis horas continuas, sem água e alimento;
XVII – Conservar animais embarcados por mais de doze horas sem água e alimento, devendo as empresas de transporte providenciar, sobre as necessárias modificações no seu material, dentro de doze meses a partir desta lei;
XVIII – Conduzir animais por qualquer meio de locomoção, colocados de cabeça para baixo, de mãos ou pés atados, ou de qualquer outro modo que lhes produza sofrimento;
XIX – Transportar animais em cestos, gaiolas, ou veículos sem as proporções necessárias ao seu tamanho e número de cabeças, e sem que o meio de condução em que estão encerrados esteja protegido por uma rede metálica ou idêntica que impeça a saída de qualquer membro do animal
XX – Encerrar em curral ou outros lugares animais em número tal que não lhes seja possível moverem-se livremente, ou deixá-los sem água ou alimento por mais de doze horas;
XXI – Deixar sem ordenhar as vacas por mais de vinte e quatro horas, quando utilizadas na exploração de leite;
XXII – Ter animal encerrado juntamente com outros que os aterrorizem ou molestem;
XXIII – Ter animais destinados á venda em locais que não reúnam as condições de higiene e comodidade relativas;
XXIV- Expor nos mercados e outros locais de venda, por mais de doze horas, aves em gaiolas, sem que se faca nestas a devida limpeza e renovação de água e alimento;
XXV – Engordar aves mecanicamente;
XXVI – Despelar ou depenar animais vivos ou entregá-los vivos à alimentação de outros;
XXVII – Ministrar ensino a animais com maus tratos físicos;
XXVIII – Exercitar tiro ao alvo sobre pombos, nas sociedades, clubes de caça, inscritos no Serviço de Caça e Pesca;
XXIX – Realizar ou promover lutas entre animais da mesma espécie ou de espécie diferente, touradas e simulacros de touradas, ainda mesmo em lugar privado;
XXX – Arrojar aves e outros animais nas caças e espetáculos exibidos para tirar sorte ou realizar acrobacias;
XXXI – Transportar. negociar ou caçar em qualquer época do ano, aves insetívoras, pássaros canoros, beija-flores e outras aves de pequeno porte, exceção feita das autorizações para fins científicos, consignadas em lei anterior.

Decreto Lei n° 24.645, de 14/07/1934:

ABANDONAR E MALTRATAR ANIMAIS É CRIME!!! Caso você veja ou saiba de maus-tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes: vá a delegacia de polícia mais próxima para lavrar boletim de ocorrência ou, se preferir, compareça ao Fórum para orientar-se com o Promotor de Justiça (em São Paulo o telefone da Promotoria de Justiça do Meio-Ambiente é [11] 3119-9524). A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Artigo 32 da Lei Federal nº 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais). É importante levar com você uma cópia desta da Lei (no caso, a 9.605/98), principalmente do Artigo 32, porque em geral as autoridades policiais nem tem conhecimento dessa lei. Leve também o Artigo 319 do Código Penal, caso a autoridade se recuse a abrir o Boletim de Ocorrência. Afinal de contas estamos no Brasil, e se os próprios cidadãos deste País sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais! Eis o texto da Lei:

Lei Federal nº 9.605/98 – Artigo 32

“É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos.
Pena: Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.
Parágrafo 1° – Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Parágrafo 2° – A Pena é aumentada de 1 (um) terço a 1(um) sexto, se ocorrer a morte do(s) animal(s)”.

Os atos de maus-tratos e crueldades mais comuns são: abandono; manter animal preso por muito tempo sem comida e contato com seus donos/responsáveis; deixar animal em lugar impróprio e anti-higiênico; envenenamento; agressão física, covarde e exagerada; mutilação; utilizar animal em shows, apresentações ou trabalho que possa lhe causar pânico e sofrimento; não procurar um veterinário se o animal estiver doente.

Isto serve para os animais domésticos mais comuns como cães, gatos e pássaros, e também cavalos usados em trabalho de tração (aquelas carroças muito comuns nas ruas de grandes cidades), além de animais criados e domesticados em sítios, chácaras e fazendas. Animais silvestres estão inclusos nessa Lei, possuindo também Leis e Portarias próprias criadas pelo IBAMA.

Assim que o Policial ou Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cabe cumprir a instauração de inquérito policial. Se ele se negar a fazê-lo, sob qualquer motivo, lembre-o que ele pode ser responsabilizado porcrime de prevaricação e negligência, previsto no Artigo 319 do Código Penal que diz:

“É crime retardar ou deixar de praticar indevidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa da lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.”

Exija falar com o Delegado responsável, que tem o dever de lhe atender e de fazer cumprir a Lei. Faça valer seus direitos e o daqueles que não podem falar e sofrem em silêncio! Caso ainda assim não consiga atendimento satisfatório, denuncie o fato ao Ministério Publico local. Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço e número da delegacia, o horário, data e faça um relato em duas vias, envie ao MP pedindo para protocolar uma delas. Se você estiver acompanhado de alguém, este poderá ser sua prova testemunhal para o encaminhamento de queixa ao Ministério Público.

Para fazer o Boletim de Ocorrência reúna tudo o que você conseguir como fatos e provas: relatos de testemunhas, fotografias, laudo veterinário, placa do carro que abandonou o animal, etc.

Uma questão muito comum: “Tenho medo de denunciar pois isso poderá causar problemas para mim e para as testemunhas, como ameaças, agressões, etc”. Sobre isso, leia abaixo:
Você não será o autor do processo judicial que porventura seja aberto a pedido do delegado.

Preste atenção:
DECRETO 24.645 de 1934
Artigo 1º – “Todos os animais existentes no País são tutelados pelo Estado”.
Artigo 2º Parágrafo 3º – “Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Publico, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais”.
Artigo 16º – “As autoridades federais, estaduais e municipais prestarão aos membros das sociedades protetoras dos animais a cooperação necessária para fazer cumprir a presente lei”.

Portanto, não é você quem estará abrindo um processo judicial e sim o Estado. Uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura de ação, onde o Autor será o Estado.

Em São Paulo você também poderá fazer sua denúncia pela Internet. A Prefeitura mantém um site específico: http://sac.prodam.sp.gov.br/ em cuja página você irá encontram um cadastro de solicitações com um menu de opções. Procure pela palavra “Animais” e clique em “OK”. Você encontrará um novo menu com a especificação do assunto. Escolha entre as opções: “Criação inadequada de caes/gatos (s/higiene, excesso de animais)”, ou “Maus tratos a animais (caes,gatos e cavalos)”. Em outros Estados, procure na Internet pelo site oficial de sua Prefeitura que, em muitos casos, também possui serviço semelhante.

Se o crime for contra animais silvestres (que são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias, aquáticas ou terrestres, que tenham a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do Território Brasileiro e suas águas jurisdicionais), além de serem normalmente protegidos pela Lei 9.605/98 descrita acima, ainda podem ser denunciados à Polícia Florestal (onde houver) e ao IBAMA no “Linha Verde”, Tel.: 0800-618080 (ligação gratuita). Lembrando que animais silvestres possuem Leis e Portarias específicas previstas na Constituição e no Código Penal. Se você tiver acesso a Internet, pode visitar o site http://www.renctas.org.br/ e fazer a denúncia através do e-mail: renctas@renctas.org.br. Em São Paulo você também pode entrar em contato com o DEPAV: (11) 3885-6669.

Dica importante: você sabia que as associações de bairro representam uma força associativa que pode provocar as autoridades na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade?
Com o advento da Lei 7.347 de 24/07/1985, essas associações, qualificadas como entidades de função pública, podem ingressar até mesmo com mandados de segurança (conforme Constituição Federal, Art. 5º LXX “b”) e a Fauna é considerada como um patrimônio público.
Portanto, se o seu bairro estiver organizado em uma Associação, procure-a e peça que alguém o acompanhe até a delegacia ou ao fórum mais próximo.

Agradecimento à Luisa Mell, a quem admiro muito pelo constante trabalho e dedicação.

Bibliografia: www.luisamell.xpg.com.br/denúncia.php

Você resolveu ter um gato em casa, mas é sua primeira experiência com eles?
Primeiramente fiquem tranqüilos, será uma experiência gratificante e início de uma relação de amor incondicional.

Vamos organizar a chegada do gatinho:
Um filhote acaba de chegar em sua casa e ele vai fazer a alegria de toda a família rapidamente. Porém é preciso não esquecer que o filhote acaba de ser separado de sua mãe e de seus irmãos e que ele vai se sentir muito só quando chegar em sua casa. Você substitui a mãe dele e o criador, e é em sua direção que o novo “membro da família” vai se voltar para encontrar confiança e proteção.

A descoberta de seu meio e dos membros de sua nova família é uma etapa muito importante que vai condicionar a conquista da integração de seu filhote. Para que essa relação aconteça nas melhores condições é primordial conhecer as necessidades do filhote e estabelecer com ele, desde o princípio, um “código de boa conduta”.

A vida de seu filhote será dividida entre as brincadeiras, a limpeza, o sono e as refeições. A fim de que ele se sinta em perfeita segurança desde sua chegada, é desejável que ele possa encontrar espaço, com cada objeto em seu lugar.

Divisão de áreas:
Área de descanso: Nesta área seu filhote passará boa parte do tempo, por isso é necessário que este local deve ser quente e confortável, perto ou em sua sala de estar. Coloque ali sua caminha e sua coberta.
Área para brincar: Espaço no qual o gatinho pode relaxar, deve ser propício aos jogos e permitir ao filhote escalar, contorcer-se, afiar as unhas…
Existe no mercado infinidade de opções de brinquedos para gatos, o primeiro brinquedo de seu gato deve ser uma arranhador vertical, tipo poste, onde ele poderá se alongar e afiar as unhas.
Outros brinquedos estão sugeridos no post brinquedos.
Geralmente em cômodo próximo a sala de estar.
Área de alimentação: Esta área deve ser separada da área de limpeza, deve ter duas tigelas bem separadas: uma menor para comida e uma grande para água.
Geralmente na cozinha.
É recomendado que os bebedouros e comedouros sejam de vidro ou aço inox. Eles são mais caros que os de pláticos, porém não proliferam bactérias e no caso do inox será para vida toda.
Maiores esclarecimentos sobre esta recomendação virá em um post exclusivo futuramente.
Área de limpeza: deve ser separada das demais áreas, geralmente área de serviço.
Coloque uma bandeja sanitária com aproximadamente 3 dedos de areia higiênica.
Existem vários tipos de bandejas sanitárias, escolha uma profunda para que o conteúdo não se espalhe. Na hora da escolha da bandeja, considere o tamanho que seu gato terá quando adulto, com espaço suficiente para que ele se movimente livremente dentro dela, assim não precisará comprar bandejas conforme seu bichano cresce.
Consulte post exclusivo sobre areia higiênica.

Aprenda a proteger seu filhote

A descoberta de seu novo meio, dos membros da família e dos congêneres eventuais é uma etapa muito importante que condiciona a conquista da integração de seu filhote.

Vamos lá!…
Não se esqueça de que seu filhote acaba de ser transportado para um meio totalmente desconhecido. Contenha seu entusiasmo, aja com doçura e NÃO grite.
Evite passá-lo de mãos em mãos.
E as crianças?
As crianças sempre tendem a gastar bastante tempo acariciando o filhote e puxá-lo pelo rabo é quase irresistível pelos menores. Você deve explicar-lhes que o filhote NÃO É BRINQUEDO e que ele precisa de bastante sono, sente dor assim como um bebê humano e merece o mesmo respeito.
Já tem outros animais?
É muito importante fazer as apresentações rapidamente para permitir ao filhote que se integre corretamente, mas nunca force uma amizade entre eles, no começo o respeito está ótimo.
Mantenha os privilégios do seu cão e ou/gato antigo nos primeiros dias. No começo, sempre isole o filhote para que ele aprenda progressivamente a conhecer a casa e evite esconder-se sob os móveis.

Novos hábitos
Os filhotes têm uma tendência característica de se instalar em “toquinhas”, ou seja, nos armários, gavetas e brincar com tudo que estiver dentro.
Preste muita atenção quando você fecha uma porta, seja de um armário ou de um cômodo.
Organize os futuros esconderijos de seu companheiro a fim de evitar que ele mesmo escolha o tambor da máquina de lavar, ou a churrasqueira como local de repouso.

Algumas precauções essenciais
– Evite sacolas plásticas jogadas.
– Mantenha lixeiras e vasos sanitários fechados.
– Proteja os aquecedores elétricos.
– Proteja extensões elétricas e cabos que podem dar choques quando mordidos, (sim eles costumam morder fios e cabos).
– Mantenha a porta do forno fechada.
– Mantenha o ferro elétrico guardado.
– Limite o acesso ao exterior. Lembre-se que gatos devem ser criados in door.

Alimentação
Seu filhote está chegando ao novo lar e você vai mudar a alimentação a qual ele estava habituado?
Como acontece em qualquer mudança numa dieta, recomenda-se oferecer o novo alimento gradativamente, durante um período de quatro dias nas proporções:
Primeiro dia: 75% alimento anterior, 25% novo alimento.
Segundo dia: 50% alimento anterior, 50% novo alimento.
Terceiro dia: 25% alimento anterior, 75% novo alimento.
Quarto dia: 100% novo alimento.
Essa adaptação evita problemas como diarréia, vômitos.
Mantenha água fresca e limpa sempre a disposição de seu gato.

Pronto, hoje seu bichano deve descansar do estresse de mudança e se sentir o ambiente.
Amanhã conversaremos sobre cuidados com a saúde do seu filhote, agora aproveite curtir o novo membro da família.
Ele(a) já tem nome?

Animais silvestres

http://www.portaleducacao.com.br/veterinaria/artigos/2463/zoonoses-e-doencas-emergentes-transmitidas-por-animais-silvestres LEIA!

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