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Quer um gatinho?…(parte 3) O Crescimento

Quer Um Gatinho?…(parte 3)

O crescimento

 

O crescimento de seu filhote vai durar 12 meses e acontece em duas fases bem distintas. A alimentação deve levar em conta a evolução da fisiologia digestiva própria da espécie felina e responder especificamente às necessidades dessas duas fases de desenvolvimento.

 

Fase de crescimento intenso.

Do nascimento aos quatro meses.

Nesta fase, o filhote é muito frágil e imaturo: suas únicas defesas imunológicas foram trazidas pelo colostro (o primeiro leite da mãe). Se o leite materno é insuficiente, um substituto (leite artificial específico) para filhotes deve ser dado como complemento.

O gatinho multiplica seu peso ao nascer em oito vezes em oito semanas. Ele desenvolve seu esqueleto, seus músculos e seus órgãos. Suas necessidades energéticas são muito altas (200 a 250 kcal/kg de peso).

 

Fase de consolidação.

De 4 a 12 meses.

Após o nascimento dos dentes definitivos, o filhote reforça seu desenvolvimento ósseo e muscular, e termina a evolução do sistema digestivo. O equilíbrio dos diferentes nutrientes indispensáveis ao crescimento do filhote permanece idêntico até os 12 meses. Somente as quantidades diárias de alimento são diferentes e aumentam até a idade adulta (70 kcal/kg de peso com um ano).

 

Do nascimento ao desmame.

O recém-nascido.

Os primeiros dias.

Seu gatinho exerce um verdadeiro poder de atração em toda a família, mas ele precisa de muito sono para seu crescimento.

A qualidade do sono do filhote influencia no equilíbrio e no comportamento que ele terá na idade adulta.

Um gato criado em m ambiente muito barulhento ou agitado pode se tornar nervoso e tímido na idade adulta.

O crescimento e o equilíbrio de seu gatinho dependem igualmente de sua alimentação e da garantia de suas necessidades de crescimento.

 

Primeiras mamadas.

Ao nascer, seu gato pesa cerca de 100g. Seu ganho de peso diário varia de 10 a 30 gramas de acordo com sua genética. Antes de 3 semanas, um gatinho continua a mamar, mesmo se não há leite. É preciso, portanto, ficar alerta com todo gatinho que, mesmo mamando regularmente, não engorde de um dia para o outro. Nesse caso será indispensável a suplementação com leite artificial específico para gatos recém-nascidos.

Qualquer estagnação ou perda de peso é anormal: uma pesagem diária e na mesma hora é recomendada antes do desmame para checar a regularidade do crescimento.

 

Um sistema digestivo imaturo

U gatinho de menos de um mês é imaturo e permanece dependente de sua mãe. Ele tolera muito mal o excesso de lactose (açúcar do leite).

O aparelho digestivo do filhote é adaptado à digestão do leite materno ou de um leite artificial. O leite de vaca, muito rico em lactose, pode provocar problemas digestivos como fezes mal formadas e diarreia.

Veja a análise comparativa entre o leite de gata X leite artificial X leite de vaca:

Proteínas                                               33-42%             33%                        24-28%

Goduras                                                 26-42%             39%                        28-30%

Lactose                                                   13-19%             18,5%                     35-39%*

  • Teor excessivo de lactose.

 

No próximo post: Do desmame aos quatro meses.

 

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Quer um gatinho?…(parte 2)

Quer um gatinho?

Ok, você já recebeu o novo membro da família.

Todos estão felizes e a ansiedade por parte das crianças já passou.

Agora é a hora de pensarmos na saúde do seu gatinho.

A toillete, um momento privilegiado.

Seu gatinho deve ser escovado regularmente com escova própria para seu tipo de pelos.

Se ele tiver pelo curto a frequência de 3 vezes por semana é o suficiente, já se ele tiver pelo longo este procedimento deve ser diário.

Uma boa pelagem é o reflexo da boa saúde de um gato. Um filhote começa a se limpar a partir do décimo quinto dia de vida e esta atividade toma várias horas do dia.

Isso torna o gato muito reconhecido por estar sempre cuidando de sua higiene.

Porém ao se limparem, engolem grande quantidade de pelos e isso poderá causa problemas, principalmente se este tiver pelos longos.

Para evitar que isso ocorra, você tem grandes aliados, rações específicas para ajudar o trânsito intestinal, diminuir odor e quantidade das fezes; graminha vendida em pet shop, própria para gatos; e a principal, que é a escovação regular!

A escovação pode se tornar um momento de trocas particulares entre seu filhote e você.

Se optar por banhar seu gatinho, espere até que ele esteja imunizado pelas vacinas (30 dias após vacinação).

Enquanto aguarda este período, caso ache necessário, limpe-o com pano úmido de uma solução simples de preparar, misturando água limpa (70%) e vinagre (30%).

Quando estiver imunizado, nada impede que dê banhos regulares, com intervalo de no mínimo um mês, utilizando xampu próprio para gatos, nunca utilize xampu humano, o pH da pele dos gatos é diferente dos humanos.

Limpeza dos olhos e orelhas:

Alguns gatos têm os olhos profundos. Você pode tirar as olheiras com uma compressa embebida em loção ocular específica.

Para orelhas, a regra básica é tocá-las o mínimo possível.

Caso uma secreção de aspecto desagradável apareça nas orelhas dele, leve-o ao veterinário.

A esterilização (castração):

A expectativa de vida de um gato esterelizado é duas vezes maior que a de um gato não esterelizado (16 anos em média, em vez de 8).

Um gato esterelizado tem menos propensão para fugir. Seu risco de ser atingido por um carro é muito menor. Quanto menos ele sai, menos se machuca. O risco de contrair doença contagiosa é ruduzido significativamente. Parasitas como pulgas dificilmente chegarão até ele, evitando várias outras doenças.

Nas gatas, as infecções uterinas e tumores mamários tornam-se mais raros. Lembre-se que já existe muitos animais abandonados nas ruas, você não quer colaborar para o aumento desse número não é mesmo?!

Então procure o veterinário responsável e agende a esterelização.

Vacinação:

Com 6 semanas o gato deve tomar vacina contra Rinotraqueíte, Calicevirose, Panleucopenia felina e FELV.

Com 3 meses e 12 meses deve ser repetida. Manutenção anual para esta vacina.

Aos 6 meses seu gato deve ser vacinado contra raiva. Manutenção anual também.

Isto pode variar, de acordo com a conduta de seu médico veterinário, que irá avaliar a região que você mora e os destinos das possíveis viagens.

Os parasitas:

É indispensável cuidar das infecções parasitárias de seu filhote e fazer, se for o caso, tratamentos contra parasitas internos (vermes e protozoários) e contra parasitas externos (pulgas, carrapato, sarnas ou piolhos).

Consulte post anterior sobre como evitar pulgas e carrapatos.

NUNCA MEDIQUE UMA GATO POR CONTA PRÓPRIA!

Gatos são particularmente alérgicos a muitos medicamentos.

Consulte sempre um médico veterinário!!!

Aguarde tópico sobre crescimento.

Como denunciar maus tratos a animais (amparados por Lei)

Denúncia

Aqui um canal para denunciar maus tratos contra os animais. Mas é muito importante saber que você pode e deve agir amparado por lei.

Caso você presencie uma cena de maus tratos ou abandono, acione imediatamente 190 e solicite uma viatura policial. Mesmo que no momento da solicitação lhe orientem a chamar 156, exija a presença de uma viatura e comunique o que está ocorrendo um crime previsto em “Lei Federal”. Cite o número da lei (9605)e, se for o caso, peça para falar com alguém de patente superior.

No texto abaixo, tudo que você precisa saber para agir.

Lei Federal Nº 9.605, de 12/02/1998 – Artigo 32

“Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.”

Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa.
§1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Maus tratos segundo o Decreto Lei Nº 24.645

Artigo 3 – Consideram-se maus tratos:

I – Praticar ato de abuso ou crueldade em qualquer animal;
II – Manter animais em lugares anti-higiênicos ou que lhes impeçam a respiração, o movimento ou o descanso, ou os privem de ar ou luz;
III – Obrigar animais a trabalhos excessivos ou superiores às suas forcas e a todo ato que resulte em sofrimento para deles obter esforços que, razoavelmente não se lhes possam exigir senão com castigo;
IV – Golpear, ferir ou mutilar voluntariamente qualquer órgão ou tecido de economia, exceto a castração, só para animais domésticos, ou operações outras praticadas em beneficio exclusivo do animal e as exigidas para defesa do homem, ou no interesse da ciência;
V – Abandonar animal doente, ferido, extenuado ou mutilado, bem como deixar de ministrar-lhe tudo o que humanitariamente se lhe possa prover, inclusive assistência veterinária;
VI – Não dar morte rápida, livre de sofrimento prolongado, a todo animal cujo extermínio seja necessário para consumo ou não;
VII – Abater para o consumo ou fazer trabalhar os animais em período adiantado de gestação;
VIII – Atrelar num mesmo veículo, instrumento agrícola ou industrial, bovinos com suínos, com muares ou com asinos, sendo somente permitido o trabalho em conjunto a animais da mesma espécie;
IX – Atrelar animais a veículos sem os apetrechos indispensáveis, como sejam balancins, ganchos e lanças ou com arreios incompletos;
X – Utilizar em serviço animal cego, ferido, enfermo, extenuado ou desferrado sendo que este último caso somente se aplica a localidades com ruas calçadas;
XI – Acoitar, golpear ou castigar por qualquer forma a um animal caído sob o veículo ou com ele, devendo o condutor desprendê-lo para levantar-se;
XII – Descer ladeiras com veículos de reação animal sem a utilização das respectivas travas, cujo uso é obrigatório;
XIII – Deixar de revestir com couro ou material com idêntica qualidade de proteção as correntes atreladas aos animais de arreio;
XIV – Conduzir veículo de tração animal, dirigido por condutor sentado , sem que o mesmo tenha boléia fixa e arreios apropriados, como tesouras, pontas de guia e retranca;
XV- Prender animais atrás dos veículos ou atados a caudas de outros;
XVI – Fazer viajar um animal a pé mais de dez quilômetros sem lhe dar descanso, ou trabalhar mais de seis horas continuas, sem água e alimento;
XVII – Conservar animais embarcados por mais de doze horas sem água e alimento, devendo as empresas de transporte providenciar, sobre as necessárias modificações no seu material, dentro de doze meses a partir desta lei;
XVIII – Conduzir animais por qualquer meio de locomoção, colocados de cabeça para baixo, de mãos ou pés atados, ou de qualquer outro modo que lhes produza sofrimento;
XIX – Transportar animais em cestos, gaiolas, ou veículos sem as proporções necessárias ao seu tamanho e número de cabeças, e sem que o meio de condução em que estão encerrados esteja protegido por uma rede metálica ou idêntica que impeça a saída de qualquer membro do animal
XX – Encerrar em curral ou outros lugares animais em número tal que não lhes seja possível moverem-se livremente, ou deixá-los sem água ou alimento por mais de doze horas;
XXI – Deixar sem ordenhar as vacas por mais de vinte e quatro horas, quando utilizadas na exploração de leite;
XXII – Ter animal encerrado juntamente com outros que os aterrorizem ou molestem;
XXIII – Ter animais destinados á venda em locais que não reúnam as condições de higiene e comodidade relativas;
XXIV- Expor nos mercados e outros locais de venda, por mais de doze horas, aves em gaiolas, sem que se faca nestas a devida limpeza e renovação de água e alimento;
XXV – Engordar aves mecanicamente;
XXVI – Despelar ou depenar animais vivos ou entregá-los vivos à alimentação de outros;
XXVII – Ministrar ensino a animais com maus tratos físicos;
XXVIII – Exercitar tiro ao alvo sobre pombos, nas sociedades, clubes de caça, inscritos no Serviço de Caça e Pesca;
XXIX – Realizar ou promover lutas entre animais da mesma espécie ou de espécie diferente, touradas e simulacros de touradas, ainda mesmo em lugar privado;
XXX – Arrojar aves e outros animais nas caças e espetáculos exibidos para tirar sorte ou realizar acrobacias;
XXXI – Transportar. negociar ou caçar em qualquer época do ano, aves insetívoras, pássaros canoros, beija-flores e outras aves de pequeno porte, exceção feita das autorizações para fins científicos, consignadas em lei anterior.

Decreto Lei n° 24.645, de 14/07/1934:

ABANDONAR E MALTRATAR ANIMAIS É CRIME!!! Caso você veja ou saiba de maus-tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes: vá a delegacia de polícia mais próxima para lavrar boletim de ocorrência ou, se preferir, compareça ao Fórum para orientar-se com o Promotor de Justiça (em São Paulo o telefone da Promotoria de Justiça do Meio-Ambiente é [11] 3119-9524). A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Artigo 32 da Lei Federal nº 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais). É importante levar com você uma cópia desta da Lei (no caso, a 9.605/98), principalmente do Artigo 32, porque em geral as autoridades policiais nem tem conhecimento dessa lei. Leve também o Artigo 319 do Código Penal, caso a autoridade se recuse a abrir o Boletim de Ocorrência. Afinal de contas estamos no Brasil, e se os próprios cidadãos deste País sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais! Eis o texto da Lei:

Lei Federal nº 9.605/98 – Artigo 32

“É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos.
Pena: Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.
Parágrafo 1° – Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Parágrafo 2° – A Pena é aumentada de 1 (um) terço a 1(um) sexto, se ocorrer a morte do(s) animal(s)”.

Os atos de maus-tratos e crueldades mais comuns são: abandono; manter animal preso por muito tempo sem comida e contato com seus donos/responsáveis; deixar animal em lugar impróprio e anti-higiênico; envenenamento; agressão física, covarde e exagerada; mutilação; utilizar animal em shows, apresentações ou trabalho que possa lhe causar pânico e sofrimento; não procurar um veterinário se o animal estiver doente.

Isto serve para os animais domésticos mais comuns como cães, gatos e pássaros, e também cavalos usados em trabalho de tração (aquelas carroças muito comuns nas ruas de grandes cidades), além de animais criados e domesticados em sítios, chácaras e fazendas. Animais silvestres estão inclusos nessa Lei, possuindo também Leis e Portarias próprias criadas pelo IBAMA.

Assim que o Policial ou Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cabe cumprir a instauração de inquérito policial. Se ele se negar a fazê-lo, sob qualquer motivo, lembre-o que ele pode ser responsabilizado porcrime de prevaricação e negligência, previsto no Artigo 319 do Código Penal que diz:

“É crime retardar ou deixar de praticar indevidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa da lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal.”

Exija falar com o Delegado responsável, que tem o dever de lhe atender e de fazer cumprir a Lei. Faça valer seus direitos e o daqueles que não podem falar e sofrem em silêncio! Caso ainda assim não consiga atendimento satisfatório, denuncie o fato ao Ministério Publico local. Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço e número da delegacia, o horário, data e faça um relato em duas vias, envie ao MP pedindo para protocolar uma delas. Se você estiver acompanhado de alguém, este poderá ser sua prova testemunhal para o encaminhamento de queixa ao Ministério Público.

Para fazer o Boletim de Ocorrência reúna tudo o que você conseguir como fatos e provas: relatos de testemunhas, fotografias, laudo veterinário, placa do carro que abandonou o animal, etc.

Uma questão muito comum: “Tenho medo de denunciar pois isso poderá causar problemas para mim e para as testemunhas, como ameaças, agressões, etc”. Sobre isso, leia abaixo:
Você não será o autor do processo judicial que porventura seja aberto a pedido do delegado.

Preste atenção:
DECRETO 24.645 de 1934
Artigo 1º – “Todos os animais existentes no País são tutelados pelo Estado”.
Artigo 2º Parágrafo 3º – “Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Publico, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais”.
Artigo 16º – “As autoridades federais, estaduais e municipais prestarão aos membros das sociedades protetoras dos animais a cooperação necessária para fazer cumprir a presente lei”.

Portanto, não é você quem estará abrindo um processo judicial e sim o Estado. Uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura de ação, onde o Autor será o Estado.

Em São Paulo você também poderá fazer sua denúncia pela Internet. A Prefeitura mantém um site específico: http://sac.prodam.sp.gov.br/ em cuja página você irá encontram um cadastro de solicitações com um menu de opções. Procure pela palavra “Animais” e clique em “OK”. Você encontrará um novo menu com a especificação do assunto. Escolha entre as opções: “Criação inadequada de caes/gatos (s/higiene, excesso de animais)”, ou “Maus tratos a animais (caes,gatos e cavalos)”. Em outros Estados, procure na Internet pelo site oficial de sua Prefeitura que, em muitos casos, também possui serviço semelhante.

Se o crime for contra animais silvestres (que são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias, aquáticas ou terrestres, que tenham a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do Território Brasileiro e suas águas jurisdicionais), além de serem normalmente protegidos pela Lei 9.605/98 descrita acima, ainda podem ser denunciados à Polícia Florestal (onde houver) e ao IBAMA no “Linha Verde”, Tel.: 0800-618080 (ligação gratuita). Lembrando que animais silvestres possuem Leis e Portarias específicas previstas na Constituição e no Código Penal. Se você tiver acesso a Internet, pode visitar o site http://www.renctas.org.br/ e fazer a denúncia através do e-mail: renctas@renctas.org.br. Em São Paulo você também pode entrar em contato com o DEPAV: (11) 3885-6669.

Dica importante: você sabia que as associações de bairro representam uma força associativa que pode provocar as autoridades na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade?
Com o advento da Lei 7.347 de 24/07/1985, essas associações, qualificadas como entidades de função pública, podem ingressar até mesmo com mandados de segurança (conforme Constituição Federal, Art. 5º LXX “b”) e a Fauna é considerada como um patrimônio público.
Portanto, se o seu bairro estiver organizado em uma Associação, procure-a e peça que alguém o acompanhe até a delegacia ou ao fórum mais próximo.

Agradecimento à Luisa Mell, a quem admiro muito pelo constante trabalho e dedicação.

Bibliografia: www.luisamell.xpg.com.br/denúncia.php

CCZ ou Matadouro?

Veja reportagem da ANDA no CCZ de Bauru SP.

http://felicianofilho.com.br/2010/?page_id=572

Morei em Bauru, conhecí isso no passado, mas agora sob getão de prefeito ambientalista, não esperava isso.
Conheço pessoalmente todas as pessoas citadas e confirmei tudo.
Veja o quê você acha.
Se é isso que espera de um CCZ.
Ainda que a reportagem não chegou de surpresa, eles já estavam preparados.

Eliane Senger.

Adote um amigo

Olá, essa reportagem da revista Veja, cita alguns dos lugares e humanos realmente preocupados com o modo de tratamento dado à cães e gatos. Vale muito saber dessas organizações e seus colaboradores!

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2116/adote-um-animal-de-rua-doze-organizacoes-que-podem ajudar

Eles recolhem os animais da rua, cuidam de sua saúde e os colocam para adoção, sempre depois de castrá-los, tratá-los contra vermes e vaciná-los

Por Giovana Romani | 10/06/2009

Adote um animal de rua: doze organizações que podem ajudar

por Mario Rodrigues

VIRA-LATA É DEZ

Nos 100 000 metros quadrados deste abrigo, a 72 quilômetros da capital, vivem 300 cachorros e gatos (visitas podem ser marcadas através do portal da ONG). Outros 430 bichos ficam em sítios ou lares temporários. Fundadora da associação Vira-Lata é Dez, a corretora imobiliária Ana Tancredi gasta 42 000 reais por mês em ração, castrações e salário de funcionários. “Metade desse valor vem da ajuda de associados”, diz ela. O restante sai do bolso dos cinco voluntários da ONG. Para arrecadar fundos, há festas beneficentes com petiscos vegetarianos. Os três berçários contam atualmente com 28 filhotes de cachorro, que crescem gordinhos à base de leite com amido de milho. “São os que têm mais chance de adoção”, conta Ana. “Quanto mais velho, mais difícil.”

http://www.viralataedez.com.br. Taxa de adoção: 30 reais.

ADOTE UM GATINHO

Apaixonadas por gatos desde a infância, as amigas Juliana Bussab e Susan Yamamoto criaram em 2003 a ONG Adote um Gatinho. Em pouco tempo, ela virou referência. Tudo por causa do cuidado com os mínimos detalhes, da captura do animal à avaliação do adotante. Juliana, jornalista, e Susan, que trabalha na área de marketing de uma rádio, em nada lembram o estereótipo das senhoras colecionadoras e protetoras de felinos, conhecidas como gateiras. “Sabemos os nossos limites”, diz Juliana, dona de onze bichanos. Atualmente, 110 gatos vivem em um abrigo na Barra Funda e em lares temporários enquanto aguardam um dono. Mas não é fácil passar pelo crivo das duas. “De cada dez formulários de interessados, descartamos seis”, afirma Susan. O processo de adoção – feito exclusivamente pela internet – pode levar até três semanas e as moças fazem questão de entregar o gato pessoalmente para conferir seu novo endereço.

http://www.adoteumgatinho.org.br. Não cobra taxa de adoção.

QUINTAL DE SÃO FRANCISCO

Fundada em 1957, a ONG Quintal de São Francisco, uma das mais conhecidas associações de proteção animal de São Paulo, anunciou o fechamento de seu abrigo. Até março de 2010, sua presidente, Angela Caruso, fará uma campanha em busca de novas casas para os cães e gatos acolhidos em Parelheiros. “Num universo de 11 milhões de paulistanos, preciso de apenas 250 pessoas dispostas a adotar um animal”, afirma. A ONG passa por dificuldades financeiras e custa a arrecadar os 20 000 mensais de que precisa para se manter. “Não posso chegar ao ponto de deixar os bichos sem comida ou medicamentos”, diz Angela.

Avenida Lins de Vasconcelos, 1667, Aclimação, Tel. 2062-8263. http://www.quintaldesaofrancisco.org.br. Não cobra taxa de adoção.

PROJETO CEL

É em uma casa muito simples no Jardim Maringá, na Zona Leste, que funciona a sede do Projeto Cel – Casa Esperança e Liberdade para Animais Carentes. Cerca de 100 bichos ficam em cercados diminutos espalhados por todos os cômodos. Há até um centro cirúrgico improvisado, onde são realizadas cirurgias emergenciais e de esterilização. Um dos maiores orgulhos de Eliete Brognoli, que fundou a ONG em 2003, é ter como madrinha a apresentadora de TV Luisa Mell. “É um trabalho sério feito por gente que dá a vida por isso”, diz Luisa. Há dez anos, ela adotou Dino, uma cadela vira-lata. Foi seu primeiro contato com o mundo animal. Depois, resgatou bichinhos em situações terríveis e chorou rios de lágrimas no extinto programa Late Show, da Rede TV!. O Projeto Cel realiza feiras semanais no Pet Center Marginal e doa entre cinquenta e setenta animais por mês.

Sábados e domingos, das 14h às 21h. Avenida Presidente Castelo Branco, 1795, Pari, Tel. 2852-8403. http://www.projetocel.org.br. Taxa de adoção: 50 reais.

LOUCOS POR BICHOS

Lucky veio ao mundo em 14 de janeiro. Sua mãe havia sido espancada e foi encontrada dentro de uma caçamba de entulho prestes a dar à luz quatro gatinhos. Resgatada pela aposentada Francisca Carvalho, presidente da ONG Loucos por Bichos, Lucky foi a única sobrevivente. Nasceu com as duas patas dianteiras quebradas. “Será operada assim que ganhar mais peso”, explica Francisca. Mas ela já tem uma família e vai morar na Suécia quando se recuperar. A Loucos por Bichos coordena a feira de adoção da pet shop Cobasi Radial Leste. Por se tratar de um espaço reduzido, ali só são aceitos bichos de pequeno porte. Aos 11 anos, Raquel Bertasi é a voluntária mais jovem do projeto. Foi ela quem batizou Lucky (sortuda, em inglês). “Amo cuidar dos bichinhos”, diz. “Só não venho quando tenho prova na segunda-feira.” Desde outubro do ano passado, 243 doações foram realizadas na feira.

Sábados e domingos, das 11h às 18h. Avenida Alcântara Machado, 4360, Belém. Informações, Tel. 9653-3193. http://www.loucos porbichos.net. Taxa de adoção: 60 reais.

CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

Há pouco mais de um ano entrou em vigor a lei estadual que proíbe o sacrifício de cães e gatos sadios em canis públicos. Desde então, para evitar sua superlotação, o Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ) diminuiu em 50% o recolhimento de cachorros abandonados nas ruas da cidade. Com o objetivo de incentivar a adoção, educar os donos para a posse responsável e elevar a qualidade de vida dos cerca de 400 cães e gatos que vivem no abrigo público, o CCZ criou há um mês o Programa de Proteção e Bem-Estar de Cães e Gatos de São Paulo. “Estamos nos adaptando a essa realidade”, afirma a veterinária Rita de Cássia Garcia, coordenadora do programa. Todos os animais saem de lá com um microchip de identificação.

Rua Santa Eulália, 86, Santana, Tel. 3397-8900. http://www.prefeitura.sp.gov.br/zoonoses. Taxa de adoção: 14,60 reais.

UNIÃO INTERNACIONAL PROTETORA DOS ANIMAIS

Os dados da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) são preocupantes: entre 2006 e 2008, o número de adoções realizadas por ano caiu de 1 200 para 600. Vanice Teixeira Orlandi, presidente da associação, atribui a queda à crise financeira e ao crescimento dos pontos de adoção. “Outro fator é a seleção rigorosa que fazemos para entregar um bicho”, diz. “Chegamos a desencorajar o candidato para saber suas reais intenções.” Fundada em 1895, a associação abriga 1 500 cães e gatos, distribuídos por 35 canis e um gatil numa área de 9 000 metros quadrados. Diariamente, os bombeiros e a polícia levam animais atropelados ou vítimas de maus-tratos para lá. “Investimos na recuperação do bicho, não importa o estado em que chegue aqui”, afirma Vanice. Porém, os gastos da entidade giram em torno de 80 000 reais por mês. O dinheiro vem da contribuição de 2 000 associados, de doações e das consultas realizadas na clínica veterinária que funciona no local.

Avenida Presidente Castelo Branco, 3200, Canindé, Tel. 3228-1462. De segunda a sábado, das 9h às 17h. http://www.uipasp.org.br. Taxa de adoção: 50 reais.

BICHO NO PARQUE

Mais que a adoção, o foco do projeto Bicho no Parque é a defesa do “gato feral”. Nunca ouviu essa expressão? Trata-se do gato não socializado, arredio ao contato humano e que vive em espaços públicos. “Seria antinatural tirá-lo de seu ambiente”, explica a arquiteta Andrea Podolski, idealizadora e coordenadora do projeto. Os bichanos moradores de parques da cidade são castrados, microchipados e, posteriormente, monitorados por voluntários. Aqueles dóceis e aptos à vida doméstica são encaminhados para adoção. Atualmente, há quarenta felinos disponíveis. “Os adultos, os pretos e os rajados sofrem muito preconceito”, diz a coordenadora. Conscientizar os donos quanto aos cuidados necessários com o bichinho de estimação também está entre as prioridades da equipe. “Em alguns anos, uma gata não castrada pode gerar milhares de descendentes”, calcula Andrea.

http://www.bichonoparque.com.br. Taxa de adoção: 3 quilos de ração premium.

SOLIDARIEDADE À VIDA ANIMAL

Há seis anos, a empresária Arlete Martinez criou o projeto Solidariedade à Vida Animal (Sava), que reúne protetores independentes. Além de resgatar cães e gatos sadios, a ONG dá grande atenção aos portadores de deficiência física. “Muitos foram atropelados ou sofreram maus-tratos”, conta Arlete. “Por isso, ficaram com sequelas graves.” O gatinho da foto ao lado, por exemplo, foi encontrado na rua, com paralisia nas duas patas traseiras. Na primeira feira só de bichos deficientes, realizada no mês passado, quatro deles ganharam uma no–va família.

Feira de Adoção de Animais Especiais. Dia 27 (sábado), das 12h às 16h. Avenida Presidente Tancredo Neves, 580, Ipiranga. Informações, Tel. 9987-4188. http://www.sava.org.br. Taxa de adoção: 2 quilos de ração.

ADOTE UM AMIGUINHO

A veterinária Maria Estrela Felício, portuguesa radicada em São Paulo, é dona de uma pet shop no Real Parque. Seu plantel, predominantemente de cães de raça, convive numa boa com os vinte vira-latas, entre adultos e filhotes, que ficam nos quatro canis construídos nos fundos da loja. Também há um gatil, com quase cinquenta gatos. Na loja, nada de venda de filhotes. “Respeito quem compra, mas as pessoas deveriam pensar mais na adoção”, diz a veterinária. Todos os dias, os cães sem dono são levados para passear. Como a propaganda é mesmo a alma do negócio, alguns deles saem vestidos com roupinhas em que se lê o bordado “Me adote”. A veterinária calcula ter efetuado 1 700 doações nos últimos cinco anos. Moradora do bairro, a assessora de marketing Marot Gandolfi adotou a vira-lata Lollypop Tereza (o segundo nome é uma homenagem à mãe da dona) bem no início do projeto. “Cachorro não precisa ter grife”, acredita.

Rua Luís Gonzaga de Azevedo Neto, 173, Real Parque, Tel. 3755-1037. http://www.adoteumamiguinho.org. Taxa de adoção: 30 reais.

ANJOS DOS BICHOS

Montada no estacionamento de um supermercado da Alameda Madeira, em Alphaville, a feira de adoção dos Anjos dos Bichos atrai curiosos durante todo o sábado. No dia 9 de maio, o comerciante Edimilson dos Santos passou ali por acaso. Acabou encontrando Lost (perdido, em inglês), vira-lata de grande porte e bom cão de guarda. Responsável por cuidar do bicho até então, a psicóloga Tera Leopoldi tentava segurar as lágrimas. “Espero que ele vá para um bom lugar”, disse. Pelo menos sete doações como essa ocorrem durante o evento. A organizadora Renata Buono conta com a participação de quinze anjos, como são chamados os voluntários, a exemplo de Tera.

Sábados, das 10h às 17h. Alameda Madeira, 363, Alphaville, Tel. 9198-4598. http://www.anjosdos bichos.com. Taxa de adoção: 20 reais.

UNIÃO SRD

No mês passado, a tradutora paulistana Roberta Bronzatto recebeu um daqueles e-mails de partir o coração dos amigos de animais. Dois filhotes vira-latas haviam sido largados na Ceagesp e precisavam de um lar temporário. “Ofereci minha casa na hora”, lembra Roberta. É a primeira vez que ela hospeda cãezinhos nesse esquema. O e-mail de apelo fora disparado pelas voluntárias da União SRD, grupo coordenado pela administradora Ruth Madeu e mantido com doações. Como não tem abrigo, Ruth bolou um certo Programa Bolsa Cão de residências provisórias. “A pessoa acolhe um cachorro nosso por um tempo e cobrimos todas as despesas até a adoção”, explica. O anfitrião recebe ainda uma ajuda de custo de 70 reais mensais. Roberta abriu mão do dinheiro, mas teme não conseguir se desfazer dos peludinhos. A União tem 55 cães e sete gatos sem raça definida (SRD, na linguagem veterinária) à espera de uma casa não provisória.

http://www.uniaosrd.com.br. Taxa de adoção: 3 quilos de ração.

Pense bem

Alguns itens para avaliar antes de adotar um bicho de estimação

Todas as pessoas que moram na casa devem estar de acordo.

Crianças pequenas podem não se adaptar aos animais.

Cachorros necessitam de espaço.

Você tem tempo? O ideal é levar o cão para passear pelo menos uma vez ao dia e, não custa lembrar, sempre recolher a sujeira dele da rua.

Para receber um gato, o apartamento precisa de algumas adaptações. Telas de proteção nas janelas e varandas são fundamentais. Quem mora em casa deve tomar cuidado redobrado para não deixar o bicho pular o muro. E prepare-se: ele pode estragar seus estofados.

Nenhum animal nasce educado. É preciso ter paciência e estabelecer limites.

Já é dono de outros bichos de estimação? Então analise se eles conseguirão se adaptar ao novo companheiro.

Animais dão despesa. Um cachorro de porte médio consome um pacote de 3 quilos de ração (cerca de 22 reais) a cada duas semanas. Vacina (45 reais) e vermífugo (15 reais) devem ser administrados uma vez por ano.

Com qual frequência costuma viajar? Considere que será preciso deixá-lo em algum lugar durante sua ausência.

Nunca dê um bichinho de presente sem consultar quem vai recebê-lo.

Um animal é para a vida inteira e sua responsabilidade por ele também. Adotá-lo por impulso pode resultar num futuro abandono.

Fontes: Cynthia Schoenardie e Rita de Cássia Garcia, veterinárias

Especialistas consultados: Alexandre Rossi, zootecnista e adestrador; Edison Vieira, adestrador; Hannelore Fuchs, psicóloga e veterinária; Marco Ciampi, presidente da ONG Arca Brasil; Mauro Lantzman, veterinário; Nina Rosa Jacob, presidente do Instituto Nina Rosa; e Wilson Grassi, veterinário e membro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa – SP)

Não Compre Adote

Adote um animal de rua.

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2116/adote-um-animal-de-rua-doze-organizacoes-que-podem-ajudar
Adote um animal de rua: doze organizações que podem ajudar

Eles recolhem os animais da rua, cuidam de sua saúde e os colocam para adoção, sempre depois de castrá-los, tratá-los contra vermes e vaciná-los

Por Giovana Romani | 10/06/2009

Adote um animal de rua: doze organizações que podem ajudar

por Mario Rodrigues

VIRA-LATA É DEZ

Nos 100 000 metros quadrados deste abrigo, a 72 quilômetros da capital, vivem 300 cachorros e gatos (visitas podem ser marcadas através do portal da ONG). Outros 430 bichos ficam em sítios ou lares temporários. Fundadora da associação Vira-Lata é Dez, a corretora imobiliária Ana Tancredi gasta 42 000 reais por mês em ração, castrações e salário de funcionários. “Metade desse valor vem da ajuda de associados”, diz ela. O restante sai do bolso dos cinco voluntários da ONG. Para arrecadar fundos, há festas beneficentes com petiscos vegetarianos. Os três berçários contam atualmente com 28 filhotes de cachorro, que crescem gordinhos à base de leite com amido de milho. “São os que têm mais chance de adoção”, conta Ana. “Quanto mais velho, mais difícil.”

http://www.viralataedez.com.br. Taxa de adoção: 30 reais.

ADOTE UM GATINHO

Apaixonadas por gatos desde a infância, as amigas Juliana Bussab e Susan Yamamoto criaram em 2003 a ONG Adote um Gatinho. Em pouco tempo, ela virou referência. Tudo por causa do cuidado com os mínimos detalhes, da captura do animal à avaliação do adotante. Juliana, jornalista, e Susan, que trabalha na área de marketing de uma rádio, em nada lembram o estereótipo das senhoras colecionadoras e protetoras de felinos, conhecidas como gateiras. “Sabemos os nossos limites”, diz Juliana, dona de onze bichanos. Atualmente, 110 gatos vivem em um abrigo na Barra Funda e em lares temporários enquanto aguardam um dono. Mas não é fácil passar pelo crivo das duas. “De cada dez formulários de interessados, descartamos seis”, afirma Susan. O processo de adoção – feito exclusivamente pela internet – pode levar até três semanas e as moças fazem questão de entregar o gato pessoalmente para conferir seu novo endereço.

http://www.adoteumgatinho.org.br. Não cobra taxa de adoção.

QUINTAL DE SÃO FRANCISCO

Fundada em 1957, a ONG Quintal de São Francisco, uma das mais conhecidas associações de proteção animal de São Paulo, anunciou o fechamento de seu abrigo. Até março de 2010, sua presidente, Angela Caruso, fará uma campanha em busca de novas casas para os cães e gatos acolhidos em Parelheiros. “Num universo de 11 milhões de paulistanos, preciso de apenas 250 pessoas dispostas a adotar um animal”, afirma. A ONG passa por dificuldades financeiras e custa a arrecadar os 20 000 mensais de que precisa para se manter. “Não posso chegar ao ponto de deixar os bichos sem comida ou medicamentos”, diz Angela.

Avenida Lins de Vasconcelos, 1667, Aclimação, Tel. 2062-8263. http://www.quintaldesaofrancisco.org.br. Não cobra taxa de adoção.

PROJETO CEL

É em uma casa muito simples no Jardim Maringá, na Zona Leste, que funciona a sede do Projeto Cel – Casa Esperança e Liberdade para Animais Carentes. Cerca de 100 bichos ficam em cercados diminutos espalhados por todos os cômodos. Há até um centro cirúrgico improvisado, onde são realizadas cirurgias emergenciais e de esterilização. Um dos maiores orgulhos de Eliete Brognoli, que fundou a ONG em 2003, é ter como madrinha a apresentadora de TV Luisa Mell. “É um trabalho sério feito por gente que dá a vida por isso”, diz Luisa. Há dez anos, ela adotou Dino, uma cadela vira-lata. Foi seu primeiro contato com o mundo animal. Depois, resgatou bichinhos em situações terríveis e chorou rios de lágrimas no extinto programa Late Show, da Rede TV!. O Projeto Cel realiza feiras semanais no Pet Center Marginal e doa entre cinquenta e setenta animais por mês.

Sábados e domingos, das 14h às 21h. Avenida Presidente Castelo Branco, 1795, Pari, Tel. 2852-8403. http://www.projetocel.org.br. Taxa de adoção: 50 reais.

LOUCOS POR BICHOS

Lucky veio ao mundo em 14 de janeiro. Sua mãe havia sido espancada e foi encontrada dentro de uma caçamba de entulho prestes a dar à luz quatro gatinhos. Resgatada pela aposentada Francisca Carvalho, presidente da ONG Loucos por Bichos, Lucky foi a única sobrevivente. Nasceu com as duas patas dianteiras quebradas. “Será operada assim que ganhar mais peso”, explica Francisca. Mas ela já tem uma família e vai morar na Suécia quando se recuperar. A Loucos por Bichos coordena a feira de adoção da pet shop Cobasi Radial Leste. Por se tratar de um espaço reduzido, ali só são aceitos bichos de pequeno porte. Aos 11 anos, Raquel Bertasi é a voluntária mais jovem do projeto. Foi ela quem batizou Lucky (sortuda, em inglês). “Amo cuidar dos bichinhos”, diz. “Só não venho quando tenho prova na segunda-feira.” Desde outubro do ano passado, 243 doações foram realizadas na feira.

Sábados e domingos, das 11h às 18h. Avenida Alcântara Machado, 4360, Belém. Informações, Tel. 9653-3193. http://www.loucos porbichos.net. Taxa de adoção: 60 reais.

CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

Há pouco mais de um ano entrou em vigor a lei estadual que proíbe o sacrifício de cães e gatos sadios em canis públicos. Desde então, para evitar sua superlotação, o Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ) diminuiu em 50% o recolhimento de cachorros abandonados nas ruas da cidade. Com o objetivo de incentivar a adoção, educar os donos para a posse responsável e elevar a qualidade de vida dos cerca de 400 cães e gatos que vivem no abrigo público, o CCZ criou há um mês o Programa de Proteção e Bem-Estar de Cães e Gatos de São Paulo. “Estamos nos adaptando a essa realidade”, afirma a veterinária Rita de Cássia Garcia, coordenadora do programa. Todos os animais saem de lá com um microchip de identificação.

Rua Santa Eulália, 86, Santana, Tel. 3397-8900. http://www.prefeitura.sp.gov.br/zoonoses. Taxa de adoção: 14,60 reais.

UNIÃO INTERNACIONAL PROTETORA DOS ANIMAIS

Os dados da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) são preocupantes: entre 2006 e 2008, o número de adoções realizadas por ano caiu de 1 200 para 600. Vanice Teixeira Orlandi, presidente da associação, atribui a queda à crise financeira e ao crescimento dos pontos de adoção. “Outro fator é a seleção rigorosa que fazemos para entregar um bicho”, diz. “Chegamos a desencorajar o candidato para saber suas reais intenções.” Fundada em 1895, a associação abriga 1 500 cães e gatos, distribuídos por 35 canis e um gatil numa área de 9 000 metros quadrados. Diariamente, os bombeiros e a polícia levam animais atropelados ou vítimas de maus-tratos para lá. “Investimos na recuperação do bicho, não importa o estado em que chegue aqui”, afirma Vanice. Porém, os gastos da entidade giram em torno de 80 000 reais por mês. O dinheiro vem da contribuição de 2 000 associados, de doações e das consultas realizadas na clínica veterinária que funciona no local.

Avenida Presidente Castelo Branco, 3200, Canindé, Tel. 3228-1462. De segunda a sábado, das 9h às 17h. http://www.uipasp.org.br. Taxa de adoção: 50 reais.

BICHO NO PARQUE

Mais que a adoção, o foco do projeto Bicho no Parque é a defesa do “gato feral”. Nunca ouviu essa expressão? Trata-se do gato não socializado, arredio ao contato humano e que vive em espaços públicos. “Seria antinatural tirá-lo de seu ambiente”, explica a arquiteta Andrea Podolski, idealizadora e coordenadora do projeto. Os bichanos moradores de parques da cidade são castrados, microchipados e, posteriormente, monitorados por voluntários. Aqueles dóceis e aptos à vida doméstica são encaminhados para adoção. Atualmente, há quarenta felinos disponíveis. “Os adultos, os pretos e os rajados sofrem muito preconceito”, diz a coordenadora. Conscientizar os donos quanto aos cuidados necessários com o bichinho de estimação também está entre as prioridades da equipe. “Em alguns anos, uma gata não castrada pode gerar milhares de descendentes”, calcula Andrea.

http://www.bichonoparque.com.br. Taxa de adoção: 3 quilos de ração premium.

SOLIDARIEDADE À VIDA ANIMAL

Há seis anos, a empresária Arlete Martinez criou o projeto Solidariedade à Vida Animal (Sava), que reúne protetores independentes. Além de resgatar cães e gatos sadios, a ONG dá grande atenção aos portadores de deficiência física. “Muitos foram atropelados ou sofreram maus-tratos”, conta Arlete. “Por isso, ficaram com sequelas graves.” O gatinho da foto ao lado, por exemplo, foi encontrado na rua, com paralisia nas duas patas traseiras. Na primeira feira só de bichos deficientes, realizada no mês passado, quatro deles ganharam uma no–va família.

Feira de Adoção de Animais Especiais. Dia 27 (sábado), das 12h às 16h. Avenida Presidente Tancredo Neves, 580, Ipiranga. Informações, Tel. 9987-4188. http://www.sava.org.br. Taxa de adoção: 2 quilos de ração.

ADOTE UM AMIGUINHO

A veterinária Maria Estrela Felício, portuguesa radicada em São Paulo, é dona de uma pet shop no Real Parque. Seu plantel, predominantemente de cães de raça, convive numa boa com os vinte vira-latas, entre adultos e filhotes, que ficam nos quatro canis construídos nos fundos da loja. Também há um gatil, com quase cinquenta gatos. Na loja, nada de venda de filhotes. “Respeito quem compra, mas as pessoas deveriam pensar mais na adoção”, diz a veterinária. Todos os dias, os cães sem dono são levados para passear. Como a propaganda é mesmo a alma do negócio, alguns deles saem vestidos com roupinhas em que se lê o bordado “Me adote”. A veterinária calcula ter efetuado 1 700 doações nos últimos cinco anos. Moradora do bairro, a assessora de marketing Marot Gandolfi adotou a vira-lata Lollypop Tereza (o segundo nome é uma homenagem à mãe da dona) bem no início do projeto. “Cachorro não precisa ter grife”, acredita.

Rua Luís Gonzaga de Azevedo Neto, 173, Real Parque, Tel. 3755-1037. http://www.adoteumamiguinho.org. Taxa de adoção: 30 reais.

ANJOS DOS BICHOS

Montada no estacionamento de um supermercado da Alameda Madeira, em Alphaville, a feira de adoção dos Anjos dos Bichos atrai curiosos durante todo o sábado. No dia 9 de maio, o comerciante Edimilson dos Santos passou ali por acaso. Acabou encontrando Lost (perdido, em inglês), vira-lata de grande porte e bom cão de guarda. Responsável por cuidar do bicho até então, a psicóloga Tera Leopoldi tentava segurar as lágrimas. “Espero que ele vá para um bom lugar”, disse. Pelo menos sete doações como essa ocorrem durante o evento. A organizadora Renata Buono conta com a participação de quinze anjos, como são chamados os voluntários, a exemplo de Tera.

Sábados, das 10h às 17h. Alameda Madeira, 363, Alphaville, Tel. 9198-4598. http://www.anjosdos bichos.com. Taxa de adoção: 20 reais.

UNIÃO SRD

No mês passado, a tradutora paulistana Roberta Bronzatto recebeu um daqueles e-mails de partir o coração dos amigos de animais. Dois filhotes vira-latas haviam sido largados na Ceagesp e precisavam de um lar temporário. “Ofereci minha casa na hora”, lembra Roberta. É a primeira vez que ela hospeda cãezinhos nesse esquema. O e-mail de apelo fora disparado pelas voluntárias da União SRD, grupo coordenado pela administradora Ruth Madeu e mantido com doações. Como não tem abrigo, Ruth bolou um certo Programa Bolsa Cão de residências provisórias. “A pessoa acolhe um cachorro nosso por um tempo e cobrimos todas as despesas até a adoção”, explica. O anfitrião recebe ainda uma ajuda de custo de 70 reais mensais. Roberta abriu mão do dinheiro, mas teme não conseguir se desfazer dos peludinhos. A União tem 55 cães e sete gatos sem raça definida (SRD, na linguagem veterinária) à espera de uma casa não provisória.

http://www.uniaosrd.com.br. Taxa de adoção: 3 quilos de ração.

Pense bem

Alguns itens para avaliar antes de adotar um bicho de estimação

Todas as pessoas que moram na casa devem estar de acordo.

Crianças pequenas podem não se adaptar aos animais.

Cachorros necessitam de espaço.

Você tem tempo? O ideal é levar o cão para passear pelo menos uma vez ao dia e, não custa lembrar, sempre recolher a sujeira dele da rua.

Para receber um gato, o apartamento precisa de algumas adaptações. Telas de proteção nas janelas e varandas são fundamentais. Quem mora em casa deve tomar cuidado redobrado para não deixar o bicho pular o muro. E prepare-se: ele pode estragar seus estofados.

Nenhum animal nasce educado. É preciso ter paciência e estabelecer limites.

Já é dono de outros bichos de estimação? Então analise se eles conseguirão se adaptar ao novo companheiro.

Animais dão despesa. Um cachorro de porte médio consome um pacote de 3 quilos de ração (cerca de 22 reais) a cada duas semanas. Vacina (45 reais) e vermífugo (15 reais) devem ser administrados uma vez por ano.

Com qual frequência costuma viajar? Considere que será preciso deixá-lo em algum lugar durante sua ausência.

Nunca dê um bichinho de presente sem consultar quem vai recebê-lo.

Um animal é para a vida inteira e sua responsabilidade por ele também. Adotá-lo por impulso pode resultar num futuro abandono.

Fontes: Cynthia Schoenardie e Rita de Cássia Garcia, veterinárias

Especialistas consultados: Alexandre Rossi, zootecnista e adestrador; Edison Vieira, adestrador; Hannelore Fuchs, psicóloga e veterinária; Marco Ciampi, presidente da ONG Arca Brasil; Mauro Lantzman, veterinário; Nina Rosa Jacob, presidente do Instituto Nina Rosa; e Wilson Grassi, veterinário e membro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa – SP)

Cuidados essenciais com a Saúde, Zoonoses.

Na vida de nossos Pet’s, em varios momentos existem ameaças invisíveis.
Do pet que vive dentro de casa e passeia pouco na rua;
Filhotes recém-chegados, início de socialização;
Passeios constantes, viagens, praia;
Vida livre no jardim, vive em fazendas, sítios, chácaras, condomínio, finais de semana no campo;
Vida com passeios na vizinhança;
Passeios nos parques;
Caminhadas na rua e em praças…
Alguém aí priva seu pet de TODOS esses momentos?
Impossível.
Para evitarmos zoonoses é necessário alguns conhecimentos bem básicos:

VERMINOSE- Risco aos Cães e Gatos
O que é verminose?
Verminose é uma infecção intestinal muito comum em cães e gatos, provocadas por vermes, que acomete tanto filhotes como adultos.
Existem vários tipos de vermes, que são classificados entre “redondos” e “chatos”.

Como os animais podem se infectar?
Os animais podem se infestar de diversas maneiras, como em passeios na rua, na praça, ou na praia. As formas de infestação vão desde a ingestão de ovos e larvas dos vermes presentes no ambiente (invisíveis à olho nú), penetração de larvas na pele e até mesmo via placentária ou mamária.
Não se assustem, isso acontece exatamente do mesmo modo no ser humano.

Quais os danos que os vermes podem causar aos animais?
Os vermes podem causar vários danos aos animais, como obstrução ou ruptura intestinal, anemia, diarreia, vômito, convulsões, pneumonia, emagrecimento progressivo e pelos àsperos e sem brilho.
Portanto, as aparências enganam! Animais com aspecto de saudável também podem ter vermes.
Consulte seu Médico Verinário regularmente para exames de rotina e vermifugação adequada.
Lembrem-se que no ser humano isso é igual, o que muda é que nós humanos devemos ir regularmente no Médico! Então, nada disso justifica evitar cães e gatos.

Zoonoses

O que são zoonoses?
São doenças naturalmente transmissíveis entre os animais e o homem.
As zoonoses mais comuns são as verminóticas.

O que são as zoonoses verminóticas?
São as zoonoses causadas por vermes que podem dar origem a problemas de pele, como bicho-geográfico e, dependendo de onde o verme se aloja, chegam até provocar cegueira e outros problemas.

Como uma pessoa pode se contaminar?
Em parques, praças, areia, praia ou até mesmo em casa. As crianças brincam e colocam a mão na boca e assim se contaminam, porém adultos e crianças também podem se infectar através da pele, andando descalços em locais infestados.
Portanto assim como os outros animais devemos visitar regularmente um Médico e solicitar vermifugação adequada.

Larva migrans cutânea ou “Bicho-geográfico”
O que é?
Caracteriza-se pela penetração da larva do verme Ancylostoma spp. através da pele, formando lesões sinuosas que se assemelham a um mapa, causando muita coceira. O tratamento é lento, porém há cura.
Contaminação:
Cães e gatos com verminose contaminam praias, tanques de areia e jardins de parques infantis através das fezes que possuem ovos de Ancylostoma spp.
Esses ovos se transformam em larvas que estão prontas para penetrar na pele de animais e pessoas.
Nos animais resultará na verminose intestinal e no homem, na zoonose bicho-geográfico.
PS: Pessoal, caixa de areia não é lugar pra criança.
Para a caixa higiênica dos gatos, a indicação é a limpeza diária, pois esse problema só ocorre depois de 24 horas após a evacuação.
O lugar dos cães evacuarem também devem ser desinfectados diariamente.

Larva migrans visceral
O que é?
Caracteriza-se pelo alojamento de larvas do verme Toxocara spp. em diferentes partes do corpo humano.
Os sintomas podem variar de dores abdominais, náuseas, vômitos, tosse e febre, até o estrabismo, diminuição da visão e cegueira, caso haja alojamento da larva em tecidos oculares.
Contaminação:
Ingestão dos ovos do verme Toxocara spp. que pode ocorrer através do contato com solo, objetos contaminados ( mãos levadas à boca ), carnes cruas ou mal passadas, verduras e frutas mal lavadas.
Resumo: Higiêne é a palavra-chave.

Dipilidiose:
O que é?
Ocorre quando há ingestão acidental de ovos do verme Dipylidium caninum através de objetos ou hábito de levar a mão à boca. Pode também ocorrer a ingestão acidental de pulgas contaminadas pelo Dipylidium caninum, causando danos intestinais.
Contaminação:
Ocorre tanto pela ingestão dos ovos do parasita presentes no ambiente em que o animal contaminado vive, ingestão da pulga contaminada pelo verme, principalmente quando o animal dorme na cama junto às pessoas.

Giardíase:
O que é?
É uma zoonose com sintomas semelhantes aos causados pelos vermes, porém causada pelo protozoário chamado Giardia spp. Sintomas: diarreia, dores abdominais, flatulência, fadiga, má absorção dos alimentos, sangue nas fezes.
Contaminação:
Ocorre através da ingestão acidental de cistos de giárdia frequentemente encontrados na água, verduras e frutas. Estes cistos sobrevivem por longos períodos no ambiente e são resistentes à maioria dos desinfetantes comuns.
Esse protozoário atinge animais e humanos, e a transmissão também do mesmo modo, animal infectado pode infectar humano, e humano contaminado pode infectar o animal.
Cuidados com o ambiente:
Remover as fezes do ambiente antes da sua lavagem, para que se evite a disperção dos cistos dificultando a descontaminação do ambiente. Limpe o ambiente com composto de amônia quaternária.

Exerça a Posse Responsável.
Simples atitudes ajudam você a praticar

Cães:
-Recolha as fezes dos cães durante os passeios;
-Antes de lavar o ambiente recolha as fezes do animal para não aumentar a contaminação ambiental;
-Use produtos de limpeza indicados para controle dos agentes causadores de zoonoses, como amônia quaternária ou água sanitária;
-higienize comedouros com frequência;
-Vermifugue regularmente o seu cão conforme recomendação do Médico Veterinário;
-Faça uso de antipulgas regularmente, pois as pulgas transmitem o verme Dipylidium caninum.

Gatos:
-Recolha as fezes com auxílio de pás;
-Remova as fezes da caixinha de areia diariamente;
-Higienize os objetos utilizados para manejo( caixinha de areia, pá coletora, comedouro e bebedouro ) com frequência;
-Vermifugue regularmente o seu gato conforme orientação do Médico Veterinário;
-Faça uso de antipulgas regularmente, pois as pulgas transmitem o verme Dipylidium caninum. (Apesar do nome, esse verme atinge gato também ).